Arquivo da categoria: Rails

Comunidade.new

Desde 2008 participo de diversas comunidades de software, como PHPRio, DojoRio e #HoraExtra. Aprendi muito com esses grupos. Mas ainda faltava um lugar para compartilhar meu entusiasmo pela linguagem Ruby.

Esse desejo não era só meu, alguns amigos compartilhavam da mesma motivação. Fizemos reuniões na minha casa(@home), grupos de estudos (ForkinRio Rails) e até um sprint (SprintOnRails). Mais ainda era pouco e por isso resolvi arregaçar as mangas e criar a lista Ruby On Rio.

Ruby On Rio é um lugar para compartilhar conhecimento sobre Ruby e todo o seu ecossistema: Ruby on Rails, Merb, Sinatra, RSpec, BDD, JRuby, IronRuby, FXRuby, CouchDB, REST, DRY, etc

Fique a vontade para participar da comunidade http://bit.ly/rubyonrio.

Como de costume aqui no Rio, já estamos organizando um pequeno evento para o dia 26 de junho de 2010, Small Acts Make Great Revolutions. Mais informações acompanhe a lista Ruby On Rio.

Instalando Ruby on Rails com SQLite3 no Windows em cinco minutos

Depois de sofrer um pouco instalando o Rails em quatro máquinas no laboratório do CEFET-RJ, tive a ótima surpresa alguns dias depois. Reinstalaram o SO e bye, bye Rails.

Então resolvi escrever este pequeno tutorial de instalação do Ruby e Ruby on Rails no Windows com SQLite3.

1. Instalar o Ruby

Recomendo que use o Ruby 1.8.7, pois ele conta com diversas melhorias e funções interessantes para facilitar a sua vida. Também é a versão indicada para usar com Rails.

Baixe o ruby installer ou uma versão mais atual antes da 1.9, algo como rubyinstaller-1.8.7-XXX.exe no site do RubyForge.

Não esqueça de adicionar o Ruby no PATH do Windows.

Abra um Prompt de Comando e digite:

ruby -v

O resultado deve ser a versão instalada, caso o comando não seja reconhecido, você esqueceu de coloca-lo no PATH.

Entre nas propriedades do sistema, Variáveis de Ambiente  e inclua no final do PATH:

;c:\ruby\bin

Ou o diretório bin dentro do que você instalou o ruby.

2. Atualizar o RubyGems

Essa versão do Ruby instala o RubyGems, porem em uma versão antiga. atualize o RubyGem com o comando:

gem update --system

3. Instalar o Ruby on Rails

Agora estamos com o ambiente Ruby prontinho para receber o Rails. De volta ao prompt de comando:

gem install rails --no-ri --no-rdoc

Os parâmetros –no-ri e –no-rdoc servem para não baixar e instalar a documentação no Prompt de Comando e em HTML, sem esses parâmetros o tempo de download é muito maior.

4. Instalar SQLite3

Por fim vamos instalar o SQLite3.

Baixe do site http://sqlite.org/download.html os arquivos pré-compilados para Windows

http://sqlite.org/sqlite-3_6_23.zip ou sqlite-3_XXX.zip

http://sqlite.org/sqlitedll-3_6_23.zip ou sqlitedll-3_XXX.zip

Descompacte em C:\windows\System32 ou qualquer outro lugar que esteja no PATH, como o diretório bin do ruby.

Também devemos instalar a gem para SQLite3, devolta ao prompt:

gem install --version 1.2.3 sqlite3-ruby

Uma dica para quem usar firefox é instalar o SQLite Manager para gerenciar sua base de dados.

5. Testar o Ambiente

Pronto já temos o ambiente pronto para usar o Ruby on Rails.

Vamos testar com um iniciando um projeto.

rails teste
cd teste
ruby script\server

Agora acesse o seu navegador no endereço 127.0.0.1:3000 (localhost) e mão a obra!

Referências:

Como instalar Rails no Ubuntu

Como ter um ambiente de desenvolvimento para Ruby on Rails no Ubuntu? Simples:

Primeirio temos que instalar o interpretador Ruby:

sudo apt-get install ruby rubygems irb ri rdoc ruby1.8-dev build-essential

depois os gems do Rails:

sudo gem install rake activesupport activerecord actionpack actionmailer activeresource rails

Assim teremos a versão mais atual do Rails.

Mas ainda falta registrar os gems nas variáveis de ambiente.

sudo gedit /etc/bash.bashrc

inclua a linha


#Rails
export PATH=$PATH:/var/lib/gems/1.8/bin

Agora é só testar

rails -v

:)

Acompanhando log de SQL do Rails

Estive curioso para saber quais comandos SQL minha aplicação Rails está gerando e quanto isso demora?

A resposta está na pasta log, lá o Rails coloca seus logs separados em development, test e production, tudo em runtime.
Tudo bem! É meio chato ficar abrindo o arquivo de log toda hora, eu sei. Para isso existe um aplicativo Linux chamado Tail que acompanha o log.

tail -f  [nome_do_arquivo]

Linux e o meu Windows???

Infelizmente não existe solução nativa para acompanhar o log do Rails no windows, mas nem tudo está perdido!

Existe um aplicativo free, para Windows, que simula o Tail em modo gráfico, pode ser baixado em http://sourceforge.net/projects/tailforwin32

Para quem usa o Aptana/RadRails, é só clicar, com o botão direito, no log que você deseja acompanhar e selecionar a opção Tail. Abrirá uma nova view console que acompanha o log da aplicação Rails, inclusive os comandos do modo console.

Para não fechar o console a cada start do server, ative o Pin Console.
E para continuar aparecendo da próxima vez que o RadRails for aberto salve a perspectiva em Window > Save Perspective As ...

Pronto agora você pode acompanhar os logs de suas aplicações Rails no Windows.

Dicas: Rails 2.0

Depois de apanhar um pouquinho com o meu amigo Vinicius, acostumei com algumas novidades do Rails 2.0:

O MySQL não é mais o padrão para estrutura básica do projeto, e sim o SqlLite. Então preste atenção ao criar um novo projeto. Se quiser colocar o MySQL como padrão use:

rails [nome_do_projeto] -d  mysql

No lugar do mysql pode ser qualquer adaptador, como oracle, por exemplo.

Lembre-se de usar o generate scaffold com a declaração dos atributos, assim já são criados as migrates da forma correta, o comando é:

ruby script/generate scaffold nome_do_modulo atributo:tipo

exemplo:

ruby script/generate scaffold tasks title:string check:boolean

isso gera a seguinte migrate:


class CreateTasks < ActiveRecord::Migration
def self.up
create_table :tasks do |t|
t.string :title
t.boolean :check

t.timestamps
end
end

def self.down
drop_table :tasks
end
end

O t.timestamp gera os campos created_at e updated_at no banco.

Não precisamos mais criar o banco via SQL. Para o Rails criar o banco baseado no database.yml use:

rake db:create:all

Para chamar um controller padrão podemos usar duas sintaxes no routes.rb :

map.root :controller => "nome_do_controller"

ou

map.connect '', :controller => "nome_do_controller"

Isso não é novo, apenas um outra sintax, e não esqueça de apagar o /public/index.html.

Caio Moritz de endereço novo

Tive que atualizar meu BlogRoll por causa do Caio Moritz, que está de endereço novo, como ele mesmo disse, teve que “abrir a mão e comprar um domínio:P

O novo endereço é www.caiomoritz.com, comece o ano aproveitando os artigos sobre Rails e PHP!