VII OpenSpaceRio e Encontro do PHPRio

Esse último dia 20 de Agosto, tivemos encontros de duas comunidades durante o VII OpenSpaceRio: ArduInRio e PHPRio

Foi a primeira vez que nos encontramos no CEFET-RJ, realmente a estrutura ajudou. Contamos com duas salas com projetor e um laboratório.

Na primeira sala fizemos a abertura e a divertida atividade da divisão de assuntos. Depois a sala ficou disponível para palestras. O Oscar Marques apresentou seu projeto VANT (Veículo Aéreo Não-Tripulado) e algumas fotos.

No laboratório tivemos o encontro do ArduInRio. Como eu não fiquei nessa trilha não posso comentar 😦 Não dá para ficar em dois lugares ao mesmo tempo.

E o Encontro do PHPRio teve uma sala exclusiva. Reencontrei amigos, conheci gente nova, discutimos algumas ferramentas e até sobrou tempo para um Coding Dojo. Os códigos podem ser encontrados no repositório do DojoRio. Também diz uma pequena descrição no site do DojoRio.

Até a próxima.

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O que rolou no VI OpenSpaceRio

Nada como um ótimo café da manhã e um papo descontraído com os amigos noinício do dia, foi assim que começou o VI OpenSpaceRio.

Como o tempo estava chuvoso no sábado, o povo demorou um pouco mais que o de costume para aparecer, isso de certa forma tornou o ambiente mais informal e propício para fazermos uma roda e discutir sobre o Milestone e suas várias de ROMs alternativas, a matadora usabilidade do Ipad 2.

Conforme o povo foi chegando podemos concretizar a famosa prática do brainstorm no quadro. Onde cada participante coloca seu nome em uma elipse e liga a assuntos que gostaria de conversar. Não precisa dizer que parece uma zona total, mais é divertido e o principal instiga aos mais tímidos a participar.

Assuntos delineados partimos a o primeiro tempo. Oscar Marques começou com uma apresentação sobre dispositivos embarcados e suas utilidades. Foi assim que conhecemos a beagleboardeagleboardhawkboard, pandaboard, leopardboard e todo um zoológicos de arduinos cheios de recursos. Logo surgiram ideias de produtos. Como a sistema “Sete Grãos” que consiste em uma beagleboard com acesso wifi, 1TB de HD e controle remoto ligados a uma TV tudo isso dentro de um dispositivo do tamanho de um pão francês, por isso o nome, valeu Pedro Marins 🙂

Cheios de ideias na cabeça partimos para o almoço. Dessa vez no segunda andar reservado de um restaurante na praia vermelha. Agregamos mais pessoas e o papo que continuou com o Oscar contando um pouco da sua vida nômade na Bolívia.

De volta para o segundo período tivemos a famigerada apresentação do beerblogging  e seus desafios como um laboratório de HTML5 e CSS3 pelo Zeno Rocha. Em uma discurssão sobre WebGL, Canvas e SVG(!) podemos ver que tem espaço para todo mundo. Foi interessante ver que o laptop do Pedro não tinha navegador que não suportasse as novas features, logo não podemos ver os efeitos alternativos.

Depois foi a vez do Pedro Marins e Cadu apresentarem o que chamaram rails rumble de empreendedorismo. Uma competição de 48hs onde equipes lançariam um produto pronto para venda. No final teria um apresentação tanto do produto como do processo. Os melhores produtos ganham prêmios. Em breve novidades!

Embalado na web Rafael Tauil puxou o assunto de Mobile WebApps suas vantagens e desvantagem. Eu descobri que o JQuery Mobile é grande e lento! Como alternativa temos o Zepto.js com apenas 4.8k.

Parece que o Android foi o assunto do dia, logo o Pedro fez a pergunta da vez: “O Android é realmente open source?”

Hugo Lnx apresentou os Callbacks em ruby, que ajuda muito na mágica metraprogramação. Como a lista é grande ele fez um post http://hugolnx.com/8

O projeto StarTrack é apresentado para o mundo, pelo Luciano Sousa e Tauil, como um estudo no Rails Beta (3.1.x) e futuro sucessor do PivotalTracker 🙂 Conhecemos também o estrume Scrumy e o kanban4.me

Foi uma ótima tarde chuvosa, e estou ansioso pelo próximo OpenSpaceRio!

Mapa das Comunidades de tecnologia do Rio de Janeiro

Durante a organização do PHPRio Talks, foi sugerida a participação de palestrantes de outras linguagens, diversificando assim nossos pontos de vista. Achei a ideia inusitada pois seria apenas uma ou duas palestras por mês. E questionei que existem diversos eventos que fomentam a coexistência de tecnologias como o DojoRio e o OpenSpaceRio. Nesses grupos não importa qual linguagem ou tecnologia, mas sim a troca de experiências. A minha surpresa foi o desconhecimento das outras comunidades cariocas. Então segue a lista das que eu conheço:

  • DojoRio – Acredito que é o grande hub das comunidades, fazemos dojo em qualquer linguagem que tenha o mínimo de estrutura de testes, e se não tiver  podemos contribuir criando. Se você trabalha/estuda desenvolvimento de software procure o dojo mais próximo e participe.
  • Openspacerio – Evento que nasceu da necessidade do Berrondo de conversar sobre NoSQL. Estamos hoje indo para a 5ª edição, embora ele nunca tenha se pronunciado sobre o assunto! Se você não sabe o que é OpenSpace assista ao vídeo que deu origem http://bit.ly/idRf4H e aparece no próximo.
  • PHPRio – Comunidade técnica que organiza e apóia eventos como o PHP’n Rio e o FSLDC, também conta com encontros sociais. Essa foi a primeira comunidade que fiz parte.
  • RubyonRio – Surgiu de um encontro na minha casa de quatro amigos que gostam de falar sobre ruby, mais não tinham com quem trocar ideia. No melhor efeito Small Acts a comunidade cresceu e hoje tocamos encontros, projetos e as vezes um RubyonRango.
  • Arduinrio – Esse grupo começou a se organizar dentro do opensapace criando um pequeno robo.
  • AndroidinRio – Com tantos aparelhos android nas mãos de programadores não é de se esperar que a galera saia fuçando. Além do criação normal de apps, esse grupo almeja que qualquer um possa modificar o SO do seu aparelho, como fazemos no linux.
  • Pythonrio – Uma galera muito participativa, mantém um almoço semanal no centro da cidade. Com espírito revolucionário fizeram coisas como o forkin e o trote com os calouros da UFF.
  • Perls Mongers – Representantes da linguagem Perl do Estado. Muitos sysadmins fazer parte dessa turma.
  • Riojug – Foi um dos primeiros grupos a manter encontros técnicos mensais, com muito código java.
  • #HoraExtraE depois de tanto trabalho(!) nós fazemos hora extra, toda segunda. Trocando ideias sobre qualquer assunto, e de quebra molhando a garganta com a sua bebida preferida, pode ser até coca-cola 😛
  • rio.js – Se o assunto é Javascript, esse é o lugar. Tanto client e server side o js é rei entre os membros desse grupo. Mantem encontros bi-mensais e um evento anual de altíssimo nível.

Quer saber mais sobre comunidades e porque elas são tão importantes? Recomendo este post http://bit.ly/dKmJWo.

Faz parte de alguma comunidade que não foi listada? Deixe um comentário.

A semana no mundo PHP (15/04/2011)

Minha participação no FliSol 2011

Bom galera, sábado de sol no Rio de Janeiro, depois de aproveitar o cenário paradisíaco da cidade maravilhosa, fui encontrar uns amigos e trocar ideias. Sim, foi dia de evento. O Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre – FliSol.

Como só apareci na parte da tarde, fiz uma pequena, mas informativa trilha.

Comecei com um pequeno workshop com a Anna Cruz e o Ronald Kaiser sobre MongoDB. Fiquei feliz de conhecer algumas particularidades do mongo, principalmente sua API REST que podemos subir com um simples –rest na inicialização do servidor.

Como desenvolvedor de software nato, parti para a palestra do André Fonseca e Guilhermes Sousa sobre código legado. Eles deram dicas valiosas de coisas que sabemos, mas não damos atenção na hora de trabalhar com código legado. A dica mais importante foi a relação da refatoração pretendida e o ROI que ela pode trazer.

Finalizei meu ciclo de palestras sendo motivado mais uma vez pelo Henrique Bastos chamando a atenção do pessoal sobre as comunidades, e que mais importante que ter uma rede de contatos é ter uma rede de confiança.

Mas não parou por ai, orquestrados pelo Ramon, conversamos sobre o próximo DevinRio. Datas, estratégias de marketing, tema de palestras e possíveis workshops foram discutidos. Gravamos também a primeira chamada para o evento.

Na hora de ir embora ainda sobrou tempo para esticar conversa com o Vinicius, Annanda e o Líbine sobre empreendedorismo e outras ideias aleatórias.

Para finalizar, quero deixar registrado que o Flisol Rj não iria acontecer e por teimosia perseverança principalmente do Oscar Marques o evento foi um sucesso.

O impossível, em geral, é o que não se tentou. (Jim Goodwin)

[EDITADO]
E outros relatos do evento surgiram pela internet.

Sabe de algum relato que não está aqui? Deixe um comentário.

A semana no mundo PHP (08/04/2011)

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